O solo "Vozes do outono" foi aprovado pela Lei de Incentivo à Cultura pelo Edital 265-10 de Pesquisa em Dança da Casa Hoffmann Centro de Estudo de Movimentos em 2011 pela Fundação Cultural de Curitiba. A estreia aconteceu no dia 27 de setembro de 2011 no evento DANCON Liga Cultural de Dança em Belo Horizonte.

sábado, 1 de outubro de 2011

Estreia do Vozes do Outono no DANCON liga cultural de dança 2011 em Belo Horizonte

O solo estreiou no dia 27 de setembro no DANCON liga cultural de dança 2011. A seguir algumas fotos que o fotografo Netun Lima tirou do evento.

Processo 038

O mês de setembro por causa dos compromisso de viagem para Alemanha trabalhei pouco no solo. Percebi que é ótimo afastar um pouco do processo de criação. Quando voltei da viagem no dia 21 de Setembro, retomei ele para fazer os ajustes para ser estreiado em Belo Horizonte no dia 27 de setembro de 2011 no evento DANCON liga cultural de dança 2011. Acabei optando por usar somente o som da água como ambiente sonoro. Foi ótimo a apresentação, mas sempre fico com a sensação de que poderia ser melhor. Depois de tanto tempo, estreiei o trabalho antes do cronograma da Casa Hoffmann Centro de Estudo do Movimento. A mostra final do meu solo em Curitiba na Casa Hoffmann será no dia 26 e 27 de Outubro (maiores detalhes clicar aqui). Tenho ainda quase um mês para fazer os ajustes com calma.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Processo 037

Semana passada  ensaiei com a musica Profudenzas de Eduardo Agni e Transitory Life da Laurie Anderson. Estou com duvidas, se uso músicas no meu solo ou deixo sem, mantendo apenas o som das gotas de aguas no final. No demais, entendi que preciso ficar ensaiando com os elementos  cênicos para conseguir compreender melhor a minha relação com eles e entre eles.

Tales de Mileto – Arkhé

Tales de Mileto (624-546 a.C.) destacou-se por ser o primeiro filósofo a propor o princípio construtivo de todas as coisas: a água.

Para Tales, a água não é apenas o princípio constitutivo de todas as coisas, mas aquilo que persiste quando tudo o mais é gerado, alterado ou destruído.

Exemplo: Se uma planta nasce, se desenvolve e morre, é porque a água está presente na mesma – em cada uma das suas etapas de existência. Quando a planta deixar de existir, a água ainda persistirá existente, como elemento primordial.

 

ARKHÉ: significa princípio constitutivo, fundamental, primordial, em função do qual as coisas dependem para existirem. Neste sentido, arkhé representa a origem do que existe assim como aquilo que persiste como existente durante e após os processos de geração, alteração ou destuição das coisas. Assim, o arkhé se refere ao fundamento comum que faz parte de tudo o que existe. Os filósofos pré-socráticos diferenciam-se, grosso modo, por adotar um arkhé específico.

PHYSIS: significa Física no sentido amplo – não no sentido da ciência homônaima, hodierna e específica – mas de escopo máximo que circunscreve todas as coisas que existem. Ainda, a physis se refere aos seres existentes e também a todos os processos pelos quais os seres são submetidos, tais como geração, alteração e destruição. A acepção de physis é tão radical que apanha, inclusive, os existentes e sutis processos mentaisa – tais como pensamentos, consciência, etc. – tão peculiares à alma humana. Todos os filósofos pré-socráticos, sem exceção, desenvolvem suas investigações consmológicas, admintindo este plano fundo comum: a physis.

 

LD Ontologia I, UNISUL, p.30, 2011:

Devir

LD Ontologia I, UNISUL, p.34, 2011:

O devir constitui-se ona mudança da coisa, do ser. Devir também expressa que as etapas de mudança do ser – de geração, alteração e destruição – ocorrem conforme uma ordem, um processo, continuamente.

 

Devir

DICIONARÍO HOUASS:

Datação
sXIII cf. IVPM
Acepções
■ verbo
intransitivo
1 vir a ser; tornar-se, transformar-se, devenir
■ substantivo masculino
Rubrica: filosofia.
2 fluxo permanente, movimento ininterrupto, atuante como uma lei geral do universo, que dissolve, cria e transforma todas as realidades existentes; devenir, vir-a-ser
Etimologia
lat. deveníre 'chegar a, tornar-se', acp. de fil do fr. devenir 'tornar-se, começar a ser o que não era antes'; ver -vir; f.hist. sXIII deueere

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Processo 036

Hoje tive ensaio com a orientação com o Ailto Galvão. Ficou marcante na conversa que é importante o  O QUE e o PORQUE, mas que muitas vezes no ato perfomático o que faz a diferença é o COMO. Isso na questão de não antecipar as coisas e vivênciar cada instante. Preciso estar mais presentificado na ação no meu solo. Muitas vezes o público quer sentir o COMO, o O QUE e o PORQUE são consequências dentro de uma naturalidade.

Processo 035: Não ser narrativo no meu solo

Não é narrativo, mas existem sensações que precisam ser compartilhadas. Cintia Napoli